Marley e eu


Assisti na semana passada ao filme "Marley e eu". Ganhei o livro há algum tempo de presente e li quase todo. Não consegui ler o final por imaginar o que será o final da vida do meu cachorro e falta que ele irá fazer. Só quem tem um cão ou quem já teve entende o vínculo afetivo que se cria com esses bichinhos. O cão se torna praticamente membro da família.

O filme trata da relação entre "o pior cachorro do mundo" e seu dono e da relação familiar e profissional de John Grogan, jornalista que escreveu o livro baseado nas histórias vividas com seu cão Marley.



John e Jenny, sua esposa, decidem comprar um cachorro a fim de testar suas qualidades como pais. Escolhem dentre a ninhada um gracioso filhote de labrador que está em promoção. Com o tempo o cão se mostra desengonçado, completamente desobediente e sua relação com o dono e suas "artes" se tornam textos da coluna escrita por John Grogan no jornal. A família aumenta e com isso ocorrem mudanças profissionais e nas relações familiares, principalmente entre o casal.



Interessante foi perceber quase todo o cinema chorou na cena que mais me emocionou, correpondente ao trecho do livro que relutei em ler. Chorei pela cena e de pensar que meu fiel companheiro irá envelhecer e que um dia não terei mais sua companhia.

6 comentários:

Anna Oh! disse...

Me acabei de chorar com o livro. O filme ainda não vi, mas espero ver em breve. Perdi um cachorro já e foi uma tristeza só. Dai veio meu semi-labrador, uma peste, meio borderline, tipo o Marley. Apesar de fazer meu quintal parecer o pós-guerra, é ele a maior alegria de muitos dos meus dias.
Não dá pra imaginar o dia sem ele.

Bjões!

Rafhitch disse...

Quel, li o livro todo e adorei. Não chorei mas, me emocionei bastante pois, lembrei da minha cachorra que eu tive e que a minha mãe teve que dar ela.

Acho que é por isso que ela reluta até hoje em criar um novo cão. Por causa do apego que o mesmo causa em nós..

No mais, aproveite todos os momentos ao lado do seu cão e deixe o tempo dizer o que será do futuro dele.

Beijosss!

Eu e a solidão disse...

Eu ainda não assisti ao filme e nem, li o livro, eu já sou chorona e só de imaginar o que acontece eu quis ver, já sei toda a historia do livro, inclusive o final pois me contaram mas quem sabe quando criar coragem eu não veja o filme, não to querendo chorar (mais) por agora...


Beijos, bom final de semana

Enxaqueca disse...

.... cara... algo me diz que esse é um filme que eu vou ver na minha casa... melhor: na minha cama, embaixo do meu edredom e sozinha - pra poder me acabar de chorar.... E depois vou ficar mimando as minhas cachorras...

rsrs


Aproveitando:
Moça, tem um meme pra vc lá no meu blog... Meme, selo, corrente... Sei muito bem o que é não.... Mas a gente pode ganhar brinde! =D E isso é que é o legal...

Besos, guapa!

Marie Curie disse...

Nossa meu, eu to com medo de assistir o filme por causa disso! Eu já me acabei com o livro, devorei super rápido, mas chegou no fim eu já li abraçada com a Tati, meu melhor travesseirinho ever! Imagina no filme?

Ju Dacoregio disse...

Normalmente não gosto de filmes com animais de estimação em papéis de destaque, mas esse deu vontade de assistir.